quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Windows 8 chega em 2012

SÃO PAULO – Segundo o blog oficial da Microsoft na Holanda, o sistema operacional Windows 8 será lançado em 2012. 

O post, apesar de não trazer mais nenhum tipo de informação, esclarece duas coisas: que os engenheiros da empresa já estão com a mão na massa para construir o sucessor do Windows 7; e, também, que o cronograma do desenvolvimento do software trabalha com a data máxima de 2012. 


Além disso, o post mostra que as subsidiárias da empresa já sabem a data – e, provavelmente, devem se preparar para o lançamento oficial em algum mês de 2012.

A notícia também mostra alguma direção da Microsoft, já que os executivos da empresa não falam sobre a data de lançamento.

O Windows 8, segundo documentos que vazaram da Microsoft no meio do ano, virá com diversas novidades. Entre elas uma tecnologia que dará mais velocidade à inicialização e desligamento do sistema, suporte nativo a filmes e games 3D e, ainda, uma versão para tablets. O sistema operacional deve nascer também com uma loja de aplicativos.

Fonte: Fabiano Candido, de INFO Online

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Os 10 maiores erros das áreas de TI na Terceirização

 
Após analisar diversos acordos de outsourcing (terceirização) os pesquisadores da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, criaram um guia das dez falhas mais comuns cometidas pelas equipes de TI nesses projetos.
A coordenadora da pesquisa Kate Vitasek explica que diversos equívocos podem acontecer durante as negociações entre as áreas de TI e os prestadores de serviços, mas em grande parte dos casos elas têm origem na falta de documentação e clareza nas negociações.

“Em um acordo de outsourcing o contratante poderá contar apenas com aquilo que está documentado formalmente nos termos do contrato”, destaca Kate.
A seguir, seguem os dez principais erros que a TI comete e que podem gerar problemas nos acordos de outsourcing:

1. Economia burra - muitos contratantes demoram meses para acertar os acordos de terceirização tentando reduzir ao máximo os custos da transação. É claro que ninguém pode se dar ao luxo de ter despesas maiores do que as necessárias, mas essa postura pode trazer consequências desastrosas. Ou as empresas participantes da concorrência ficarão de cansadas de tanta pechincha e abandonarão a disputa, ou o fornecedor escolhido deixará de prover algum dos serviços solicitados previamente.

2. Precisão falha - geralmente os responsáveis por formalizar os requisitos necessários a um acordo de terceirização precisam estabelecer metas e níveis de atendimento específicos. No entanto, quando essas questões são definidas de forma muito específica, o fornecedor tem suas ações muito limitadas, sem que possa criar formas de melhor atender o cliente ou de otimizar a prestação de serviços.

3. Puxa-saco - quando um contrato de outsourcing está sendo analisado, alguns funcionários mostram disponibilidade para participar do processo e até gerenciar o fornecedor escolhido. Nesse momento é preciso muita cautela ao escolher quem será o responsável por essas tarefas, já que pelo menos metade daqueles que se ofereceram o fizeram pois temeram que com a terceirização pudessem ser demitidos e não porque gostariam do desafio ou são capacitados para tal.
4. A ameaça da mesmice - quando um prestador de serviços é contratado para uma única função e sem que sua atuação na empresa possa aumentar não terá motivação para buscar a excelência e melhoria contínua na atuação.

5. Incentivos contraproducentes  - clientes espertos estabelecem metas de desempenhos para seus fornecedores. No entanto, isso pode criar um efeito contrário à produtividade, já que o prestador de serviços irá se esforçar apenas para chegar ao objetivo pré-estabelecido e não para ir além disso.

6. O efeito lua de mel - assim que um acordo de outsourcing é firmado, fornecedor e contratante agem com o intuito de impressionar um ao outro e acabam fazendo concessões que, no futuro, irão prejudicá-los e torná-los desmotivados com a parceria.

7. Crueldade na negociação - parece incrível, mas muitas organizações ainda não perceberam que um acordo só será bem-sucedido se trouxer benefícios a ambas as partes. Por isso, na hora de discutir os termos do acordo é preciso lembrar de que para ser bom para o cliente, não precisa ser péssimo para o prestador de serviços. E vice-versa.

8. Falta de controle - Embora toda a equipe de TI da contratante deva conhecer os responsáveis pela terceirização, é necessário elencar uma ou duas pessoas voltadas especificamente ao gerenciamento dos parceiros.

9. Métricas impraticáveis - para ter condições de avaliar o desempenho de um prestador de serviços é preciso mensurar sua atuação de acordo com requisitos definidos previamente. Para tanto, é importante que as métricas criadas e formalizadas em contrato sejam realmente possíveis de se calcular. Não é raro encontrar empresas que não conseguem utilizar os próprios critérios de avaliação que criaram.

10. Mínimos detalhes - sim, é preciso saber mensurar a atuação do fornecedor, mas não é aconselhável que o cliente queira monitorar todos os passos da prestação de serviços, nos mínimos detalhes. Isso porque a atitude passa a impressão de desconfiança, o que pode gerar um clima desagradável com o parceiro.

Fonte: Universo Online www.uol.com.br

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Para concorrer com Google e Apple, Microsoft mostra aparelhos com Windows Phone 7



O Windows Phone 7 foi apresentando no dia 15 de fevereiro durante a World Mobile Congress, em Barcelona. Porém, a Microsoft decidiu disponibilizar o sistema operacional para celulares apenas nesta segunda-feira (11), em coletiva de imprensa realizada em Nova Iorque, Estados Unidos. As primeiras marcas a comercializar aparelhos com a plataforma serão Samsung, Dell, HTC e LG. Ao todo serão 9 aparelhos disponíveis em novembro no mercado americano. Atualmente, BlackBerry OS, da RIM, o iOS, da Apple, e o Android, do Google, dominam o mercado de smartphones.

“Nós focamos no que as pessoas realmente querem usar em um telefone”, disse Steve Ballmer, diretor-executivo da Microsoft, logo no início da apresentação. Ele comentou ainda que os aparelhos serão comercializados por mais de 60 operadoras de telefonia (como Orange, Telefónica, Vodafone e AT&T) em mais de 30 países.
Nos Estados Unidos, os primeiros aparelhos com o Windows Phone 7 chegarão às lojas no dia 8 de novembro, comercializados pela operadora AT&T. Os smartphones serão o LG Quantum (celular slide com teclado QWERTY), o HTC Surround e o Samsung Focus, todos com tela sensível ao toque e com preço de US$ 199,99.

Detalhes do Windows Phone 7
 

Joe Belfiore, vice-presidente corporativo da Microsoft, foi o responsável por mostrar algumas funções do sistema operacional móvel da empresa. Segundo ele, o desafio era desenvolver uma plataforma que simplifique e ajude a organizar as informações dos usuários e os aplicativos que utiliza. Para satisfazer essas necessidades, a empresa utilizou “um design inteligente [na plataforma móvel] e o Windows Phone Hubs”.
Basicamente, os hubs são “ícones” em forma de bloco que ajudam os usuários a visualizarem contatos, calendários, últimas chamadas feitas e e-mails, por exemplo. Logo na tela inicial do telefone há uma série de hubs que podem ser personalizados por meio do recurso "Drag and drop" (arrastar e soltar). A pessoa que estiver utilizando o telefone poderá colocar os aplicativos mais utilizados, acesso ao navegador de internet ou até mesmo o bloco de notas.
    Divulgação
  • Com formato slide, o LG Quantum será comercializado pela operadora AT&T, nos EUA
Outro recurso do Windows Phone 7 é a integração com a suíte de escritório Office. Durante a apresentação, por exemplo, Belfiore abriu uma apresentação do Power Point 2010 feita em umcomputador convencional. Outros arquivos feitos no Office poderão ser acessados normalmente -- inclusive, o celular já vem com uma versão móvel do Office. Em outros sistemas, como o Android ou iOS, o usuário que quiser abrir arquivos do Office tem que comprar um aplicativo específico.
A versão móvel do Outlook conta com um calendário parecido com a versão para PC do cliente de e-mail. Ele mostra conflitos de agenda, caso, no mesmo horário, alguém tenha convidado o proprietário do telefone para o compromisso. Outro recurso interessante é que o sistema tem um botão notificador para situação de atraso para uma reunião. Ao acioná-lo, os participantes são notificados por e-mail.
A interface de música é parecida com a do Zune HD, player da Microsoft, concorrente do iPod, que nem chegou a ser lançado no Brasil. Além de tocar arquivos de música, o sistema conta com um vasto banco de dados de capas de álbum de artistas e ainda suporta rádio FM. Será possível também ver vídeos no YouTube, usar aplicativos que permitem acompanhar a letra de música, junto com a execução do arquivo de mídia, e até ouvir música em streaming.

Outra aposta da Microsoft é no uso de celulares com Windows Phone 7 como um console de jogos. Integrado à Xbox live – espécie de rede social de jogadores dos videogames da Microsoft –, o usuário do smartphone poderá jogar com outros pela internet. Ainda são poucos títulos de jogos disponíveis para a plataforma. Durante a apresentação foram mostrados os jogos Ilo and Milo e The Sims 3 para Windows Phone 7. Os jogos e aplicativos para o sistema estarão disponíveis Windows Market Place.
Inicialmente a Microsoft não cogitava inserir a opção “Copy and Paste” (Copiar e colar) no sistema, porém, de acordo com Belfiore, a empresa mudou de posição após ouvir alguns usuários. A atualização que disponibiliza o recurso estará disponível até o final do ano.

Spencer Platt/GettyImages/AFP
  • Usuário testa o smartphone Focus, da Samsung, que vem com o sistema Windows Phone 7

    Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/10/11/apos-oito-meses-de-espera-windows-phone-7-chega-ao-mercado.jhtm